Radiohead em tampa + vídeos + fotos



Na noite de ontem (29) o Radiohead realizou o segundo show da turnê 2012 na cidade de Tampa, EUA. Other Lives foi a banda de apoio. As atualizações se seguiram pelo Radiohead tampa e Radiohead live. Com acompanhamento faixa por faixa aqui.

Setlist
  1. Bloom
  2. Little by Little
  3. Staircase
  4. Weird Fishes/Arpeggi
  5. Morning Mr. Magpie
  6. Meeting in the Aisle
  7. Pyramid Song
  8. Nude
  9. Identikit (Nova canção)
  10. Lotus Flower + Streaming 
  11. There There + Streaming
  12. Feral
  13. Idioteque
  14. The Daily Mail
  15. Bodysnatchers
  16. Reckoner
  17. Separator – Primeiro Bis
  18. All I Need
  19. Myxomatosis
  20. True Love Waits/Everthing In Its Right Place
  21. Give Up The Ghost – Segundo Bis
  22. Karma Police “fooooor a miiiiinuuutee theere, I looost myseeelf !”
  23. Street Spirit
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Primeira música do Amnesiac tocado na tuor 2012.

Matadora sequencia Feral/Idioteque.
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The Bends entre os 20 clássicos caóticos

A revista Q Magazine que foi as bancas dia 28 de Fevereiro, traz as histórias não contadas de 20 clássicos caóticos. Apresentando as histórias desconhecidas de alguns álbuns e escolheu The bends do Radiohead que é sem dúvida um dos grandes discos dos anos 90. Ainda figuram na publicação gente como The Prodigy, Massive attack e Blur entre outros.

Q Magazine

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Debut de Meeting in the Aisle em miami

Ainda sobre a histórica apresentação no American Airlines em miami, onde o Radiohead debutou um dos B-sides mais amados pelos fãs mas que jamais havia sido tocado ao vivo, sendo apenas uma canção de estrada antes dos shows na tour Ok Computer.

O instrumental figura no Ep  Airbag / How Am I Driving? de 1998.

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review: Radiohead e a estranha alegria de Thom Yorke

Por: ALEXANDRE LOPES, DE MIAMI

Via (Rolling Stone) Muita gente torceu o nariz para o Radiohead depois do lançamento do álbum The King of Limbs, no ano passado. Tão difícil quanto o experimental Kid A, o disco descarta refrãos fáceis e melodias grudentas, optando pela mistura de percussão com música eletrônica e trazendo à tona, à primeira vista, os momentos mais introspectivos do grupo. Mas essa qualidade “hermética” caiu por terra no primeiro show da nova turnê da banda, em Miami, nesta segunda-feira, 27.

Se o clipe de “Lotus Flower” virou sucesso de internet por conta da dança performática de Thom Yorke - que antes era restrita apenas aos momentos mais dançantes de músicas como “Idioteque” e “The National Anthem” -, o que se vê no Radiohead agora é que as novas composições servem como meio para extravasar ainda mais essa forma de expressão do líder do grupo. Ao subir no palco da American Airlines Arena trajando camisa branca, colete preto, calças vermelhas e ostentando um curto rabo de cavalo, Yorke pareceu passar por cima do espectro dos anos 90 e da imagem do rockstar desolado que construiu para si na época.

Clique aqui para ver fotos do show.

E essa tendência também é conivente com o repertório do show. The King of Limbs foi tocado praticamente na íntegra (apenas “Little By Little” ficou de fora). Clássicos dos dois primeiros discos foram ignorados, e foram incluídas somente três músicas da célebre era OK Computer – “Airbag”, “Karma Police” e o improvável lado-b “Meeting in the Aisle”. Além disso, o grupo também aproveitou para debutar ao vivo duas composições inéditas, “Identikit” e “Cut a Hole”, que solidificam a tônica da vez do Radiohead: canções construídas por repetições eletrônicas e escassez de guitarras, mas com o potencial percussivo reforçado pela participação de Clive Deamer (jazzista que já colaborou com nomes como Portishead e Jeff Beck) como baterista adicional na nova turnê.

Com o repertório renovado por essa nova química e um palco com pequenos telões e luzes com efeitos variados, músicas como “The National Anthem”, “Morning Mr Magpie”, “Feral” e, logicamente, “Lotus Flower” desencadearam a catarse no público e renderam boas oportunidades para que um agitado Yorke trocasse as guitarras por teclados e fosse à beira do palco arriscar passos de dança com movimentos semelhantes a surtos epiléticos (como os de Ian Curtis, do Joy Division). Claro, o Thom Yorke depressivo e esquisito não ficou definitivamente para trás (ele ainda apareceu em faixas arrastadas conduzidas ao piano, como “You And Whose Army?” e “The Daily Mail”), mas pode-se dizer que ao menos nesta noite Yorke estava mais carismático do que triste.

Nem mesmo um erro técnico do guitarrista Jonny Greenwood em “Give Up The Ghost” estragou a espontaneidade de Yorke: ao perceber que o músico passava por problemas com sua aparelhagem, o vocalista parou de tocar o violão e recomeçou a canção. O frontman parece ter deixado de lado a postura insegura e cheia de autocomiseração de antes, tanto que, durante o segundo bis, fez questão de puxar o coro da plateia ao final de “Karma Police”, como aconteceu nas apresentações que o grupo fez no Brasil, em março de 2009. E o esquisitão foi prontamente correspondido pelo público: “and for a minute here I lost myself, I lost myself...”.

Veja abaixo o set list do show:

“Bloom”
“The Daily Mail”
“Morning Mr Magpie”
“Staircase”
“The National Anthem”
“Meeting in the Aisle”
“Kid A”
“The Gloaming”
“Codex”
“You and Whose Army?”
“ Nude”
“Identikit”
“Lotus Flower”
“There There”
“Feral”
“Idioteque”
“Separator”

Primeiro Bis:

“Airbag”
“Bodysnatchers”
“Cut a Hole”
“Weird Fishes/Arpeggi”

Segundo Bis:

“Give Up The Ghost”
“Reckoner”
“Karma Police”

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Veja imagens do Radiohead no American Airlines Arena

 

 

Direitos reservados por: Rock Cousteau

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Radiohead começa turnê com duas inéditas

O American Airlines Arena em Miami recebeu na noite de ontem (27) a primeira apresentação do Radiohead na turnê mundial e não poderia ser mais classudo para quem acompanha os rapazes do que ouvir dois temas inéditos e mais um B-side em forma de hino do Ok Computer - “Meeting In The Aisle”.

As atualizações se seguiam pelo Twitter, apontando um show mágico e surpreendente. Além das novas músicas (destaque para uma “Cut A Hole” assombrosamente linda) e um alinhamento bastante comentando entre Feral/Idioteque. Kid A e Tkol predominaram, além de Ir Rainbows, Ok Computer e Hail to The Thief, nenhuma do Bends e nem do Pablo Honey. Amanhã (29) a turnê recomeça em Tampa.

Notas: Presença de Clive Deamer e Thom ostentando um rabo de cavalo.

Na w.a.s.t.e.uma nova coleção que inclui camisetas e outros objetos referencia à tuor podem ser adquiridos.

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Set list no American Airlines Arena em Miami com duas inéditas

 

  1. Bloom
  2. The Daily Mail
  3. Morning Mr Magpie
  4. Staircase
  5. The National Anthem
  6. Meeting In The Aisle
  7. Kid A
  8. The Gloaming
  9. Codex
  10. You And Whose Army?
  11. Nude
  12. Identikit
  13. Lotus Flower
  14. There There
  15. Feral
  16. Idioteque
  17. Separator
  18. Airbag*
  19. Bodysnatchers
  20. Cut A Hole
  21. Weird Fishes/Arpeggi
  22. Give Up The Ghost**
  23. Reckoner
  24. Karma Police
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Radiohead começa turnê mundial hoje em Miami

Seguindo os passos do fansite ateaseweb, todos estamos ansiosos para o início da turnê mundial que começa hoje em Miami, no American Airlines Arena, Flórida. Segundo o site, atualização sobre setlist podem ser encontrados aqui Sean e também atualizações via twitter no radioheadnews e faixa por faixa em radioheadlive.

O site follow them around também é uma boa opção para quem quer acompanhar notícias imediatas do show.

+ mais

Nota: O show começa às 07: 30 no horário local (21:30 horário de Brasília)

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Radiohead anuncia mini-tour australiana e data na nova zelândia

Para quem esperava que a tour fosse a até julho, o Radiohead surpreende anunciando o retorno a Austrália (desde 2004) numa mini-tour para Novembro. Serão seis apresentações: Uma em Brisbane, duas em Sydney e Melbourne. Também foi acrescentada uma data na Nova Zelândia em Auckland. Os ingressos já começaram a ser vendidos. Aqui 

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Thom Yorke no projeto “Water Tank” em NY




Thom Yorke participará do projeto “Water Tank” que num período de 12 semanas será dedicado à decoração de tanques de água em Nova York, com desenhos que farão referencia ao uso responsável da água. O projeto visa assumir 300 torres de água, num ato sem fins lucrativos.










Mais informações na página do Facebook do projeto.
+ mais no Gothamist
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Radiohead novamente na estrada

 

Na próxima segunda (27) o Radiohead retorna aos palcos para uma turnê que se estenderá – a princípio – até Julho. Pouco mais de um ano após o lançamento de The King Of Limbs, poucas apresentações foram realizadas mas certamente as duas noites em NY em Setembro passado foram decisivas para retorno a estrada.

The King Of Limbs gerou desconfiança em alguns fãs, impacto menor que In rainbows ou Kid A e sem dúvida um dos disco mais sensíveis da discografia. Relação essa com o público que lembra muito a recepção com o próprio Kid A e também com Amnesiac. Mas parece que o momento pós-In Rainbows não era de grandes eventos ou festivais (a última tour durou quase 2 anos) e a julgar pela estrutura do disco; também não era o momento de grandes rupturas sonoras, uma clara reação (como citou Phil a época) ao trabalho anterior.

As palavras de Ed também são emblemáticas na concepção que o novo disco requer palcos mais intimistas, com público pequeno, porém, aos poucos a banda volta a querer mostrar de novo, as razões que a levaram a ser uma das mais lendárias bandas ao vivo. Coachella, Bonnarro, Festivais em Portugal, Suíça e uma inédita turnê asiática, demostram que os cinco rapazes e mais o baterista Cliver estão dispostos ao desequilíbrio e quando a banda entra nessa zona, os fãs já sabem que: Novas canções começam a ser testadas, releituras lendárias das músicas de estúdio e um novo disco são os temperos necessários que fazem o Radiohead ser uma das bandas mais influentes de todos os tempos.

Que venha a nova turnê! que venha o Radiohead ao Brasil também! em 2012

 

Por: RadioheadBrasil.

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Um site para seguir a nova turnê do radiohead

Um novo site promete satisfazer aqueles fãs mais ansiosos por todo o tipo de informação sobre a Tour da banda, que começa na próxima segunda feira (27) no American Airlines Arena em Miami, Flórida (EUA). O Follow them around (referência a mais um clássico B-side radiohediano) é uma proposta sensacional de seguir todos os passos da trajetória da tour em 2012. Com uma interessante proposta que junta Google +, Twitter e Facebook, fazendo uma cobertura completa dos shows, atualizando os fãs conforme os vídeos e o material forem saindo; o novo site manterá todos bem informados sobre os passos do Radiohead. Sem dúvida, um presente! e uma iniciativa genial.

Tour dates>>http://tourdates.radioheadbrasil.com/

Canal da banda no Youtube>> http://www.youtube.com/user/radiohead

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Radiohead entre os 100 maiores artistas de todos os tempos para a Rolling Stone

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Os 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos abrange mais de 50 anos de história, abordando todas as características do rock. Há espaço para os pioneiros do gênero, como Elvis Presley, Chuck Berry e Johnny Cash, e para aqueles que mudaram a história nos anos 60 (Beatles, Bob Dylan, Beach Boys, Rolling Stones). A edição ainda passeia pelos anos 70 e retrata os nomes que redefiniram a década, como Pink Floyd, Elton John, Queen e David Bowie. Também há espaço para os ícones pop, como Madonna, Michael Jackson e U2 e, claro, nomes mais contemporâneos, como Eminem, Jay-Z e Radiohead. Rolling Stone – Os 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos vem ainda acompanhada de um pôster exclusivo.

 

Rolling Stone – Os 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos
Spring Publicações Ltda.
124 páginas
R$ 19,90
Formato: 20,5 cm X 27,5 cm

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Ok Computer em disquete

Uma curiosa raridade que anda circulando na rede, para fãs colecionadores é um achado radioheadiano. Quanto de Ok Computer poderia ser isso?.

Via > Retronaut

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Matéria - “escuta só – do clássico ao pop” por Alex Ross

 

Alex Ross é um dos mais respeitados críticos de música do mundo. Seus livros fazem um importante apanhado que vai do erudito à música alternativa, entrelaçando aspectos singulares entre ambas e artistas que determinam - para o crítico- uma renovada forma de entender novos “clássicos”.

Em “O Resto é Ruído” faz uma análise sobre a música do Radiohead, de debruçando quase que apaixonadamente por uma das grandes referencias da música contemporânea. Em recente visita ao Brasil, Alex Ross citou Radiohead como uma referencia para o futuro, em Entrevista:

Em visita ao Brasil para lançar seu segundo livro, Escuta Só: Do Clássico ao Pop (tradução de Pedro Maia Soares, Companhia das Letras, 425 páginas, 49,50 reais), uma coletânea de ensaios e artigos (antes lançou O Resto é Ruído, sobre a história da música erudita), Ross, que vive em Nova York, falou sobre o exercício da crítica musical, acusou o termo “clássico” de afugentar platéias por estar relacionado a coisas antigas e contou de sua surpreendente viagem a Salvador, na Bahia, onde assistiu ao carnaval, em 2004.

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O senhor escreveu que não gosta de música clássica por causa do termo, que afastaria o público ao remeter a coisas antigas e sisudas. Qual seria, então, uma maneira possível de renovar a plateia da música erudita?
Falar em “clássico” é um problema, pois sempre aplicamos a palavra à música do passado, quando na verdade há dezenas de milhares de compositores que, influenciados por essa sonoridade, estão criando canções e prorrogando a tradição erudita. A melhor maneira de renovar e ampliar o público da música clássica é enfatizar a contemporânea e apresentar a antiga de maneira menos mecânica. Há muita música pop com inspiração erudita. São essas conexões que devem ser ressaltadas.

Qual foi o seu maior desafio ao assumir a crítica de música do The New York Times e da revista New Yorker aos 24 e 28 anos, respectivamente?
É claro que eu não tinha muita experiência, por isso tive de trabalhar duro para preencher as lacunas do meu conhecimento. O verdadeiro desafio, no entanto, foi encontrar uma linguagem para a minha crítica que pudesse dialogar com vários públicos: o que conhece bem o clássico e o que não sabe quase nada sobre ele. Esses dois grupos leem a The New Yorker. Depois de alguns anos, aprendi a transitar pela linguagem mais especializada e também pela de acesso geral. Mas sentar para escrever ainda é um desafio constante.

O senhor teve contato com a música pop só na faculdade. Foi um pouco tarde demais, não?
É engraçado, eu sinto que descobri a música pop na hora certa. Foi como uma viagem de descoberta, em que eu fiz o meu caminho através da música do século XX: primeiro a erudita, depois a pop. Quando eu era jovem, estava tão absorto pela música clássica que eu não tinha tempo para ouvir outra coisa. A maioria dos meus amigos fez o trajeto oposto: só consumia música pop e apenas agora está descobrindo que gosta de música clássica. Eu diria que aos 40 anos você pode se sentir um pouco ridículo em um show da melhor banda da última semana, cercado por adolescentes. E, se por acaso você for ao show de 25 anos de sua banda preferida, vai se sentir velho ao perceber que o vocalista é um ex-magro, que os cabelos escuros do guitarrista estão cinza e que ele está um pouco acima do peso. Já num concerto de música clássica você será um dos mais jovens da sala. Eu sempre digo aos meus amigos: se quiser se sentir uma criança novamente, precisa ir mais a concertos (risos).

A internet deu às pessoas a possibilidade de se manifestar sobre discos, músicas e clipes. Há opiniões para todos os gostos sobre todos os lançamentos possíveis. Isso tornou mais difícil o exercício da crítica musical, o desafio de prender a atenção do leitor?
Acho que não. Fazer crítica não é apenas dar opinião, dizer “eu gosto disso”, “eu odeio aquilo”, dar quatro ou três estrelas para um disco. Eu acho que essa é a parte menos interessante do trabalho. Eu não acho que o leitor realmente se importe se eu gostei, digamos, da última composição de Osvaldo Golijov (compositor erudito argentino). Eles querem saber quem é essa pessoa, de onde ele vem, a que tradição pertence, em que condições ela desenvolve o seu trabalho. O contexto só pode ser fornecido em um artigo mais crítico ou em um post de um blog que se preste à reflexão.

O senhor veio ao Brasil em 2004, durante o carnaval. Como surgiu essa ideia e que impressões guarda da incursão?
Eu estava escrevendo um perfil de Björk (cantora islandesa) para a New Yorker e fui visitá-la na Islândia. Lá, ela disse que estava indo para carnaval em Salvador, porque seu companheiro Matthew Barney iria dirigir um documentário, e me convidou para ir junto. É claro que eu não poderia dizer não. Foi uma experiência realmente tremenda. Eu adorava ver o Ilê Aiyê, sentir aquela energia incrivelmente sofisticada e rítmica. A vida das ruas foi surpreendente, para além de qualquer coisa que eu tenha experimentado. E ainda encontrei “celebridades” como Caetano Veloso e Gilberto Gil no meio do povo. Espero voltar à Bahia em breve.

Se o senhor tivesse de escolher artistas de hoje usando como critério aqueles que serão lembrados no futuro para contar os dias em que vivemos, quais seriam eles?
Eu não sigo a música pop mais recente de perto o suficiente para ser capaz de cravar nomes, mas certamente eu escolheria Björk e Radiohead como referências para o futuro. No mundo clássico, acredito que em cem anos as pessoas estarão ouvindo compositores como John Adams, Thomas Ades, Kaija Saariaho e Georg Friedrich Haas, para citar alguns.

Recentemente o senhor levantou uma discussão interessante: a conexão, digamos assim, entre o riff da canção Seven Nation Army, da banda The White Stripes, e uma sinfonia do compositor austríaco Anton Bruckner. Nem todos percebem a semelhança. Seria um caso de plágio ou de homenagem?
Eu acho que Jack White (ex-líder da banda) já mencionou o seu gosto por Bruckner. Ele estudou música clássica na infância. Costumamos pensar em música clássica e música pop como coisas distintas, mas são tantas as ligações entre elas… Para falar a verdade, eu gostaria de ver mais artistas transitando entre esses gêneros. É sempre saudável enxergar o mundo pelos olhos do outro e a música dá essa possibilidade, já que é algo tão rico quanto a diversidade verbal.

Rodrigo Levino

 

 

O livro pode ser encontrado:

Companhia das letras

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Jonny Greenwood - Office Chart

Uma nova postagem no DAS por Jonny Greenwood, revela o material que o multi-instrumentista anda ouvindo, enquanto a banda prepara-se para entrar em turnê agora no final de Fevereiro.

 

Mixed bag of stuff for yer ears - some sufi qawwals, some 50's chopin jazz covers, some californian 60's rock. Now can I be in pseuds corner?


1. Daras Bin / To Die In Love - Shye Ben-Tzur
2. No Other Love - Jo Stafford
3. Habibi Baheb el tesh - Hoda Rohana
4. Candlebird - Martin Suckling
5. Dalina - Dudu Tassa
6. Time Was - Canned Heat
7. Dance Figures, Nine Choreographic Scenes for Orchestra: 1 Spell - George Benjamin
8. Dancing - Shye Ben-Tzur
9. Penderecki - 5th Symphony - Antoni Wit/Polish National Radio Symphony Orchestra
10. Schulhoff String Quartets

Jonny

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The Punch Brothers grava kid a

Via (Urbanaque) O quinteto The Punch Brothers levou “Kid A”, a peça instrumental de claustrofobia composta pelo Radioheadem seu revolucionário álbum homônimo, ao mundo bucólico do bluegrass. A banda que já havia descontruído “Reptilia” dos Strokes, “Paperback Writer” dos Beatles e “Faust Arp” do próprio Radiohead, costumava encerrar as apresentações com a versão da música dos britânicos. Agora “Kid A” foi registrada em estúdio e foi incluída no último álbum do quinteto, o recém-lançado Who’s Feeling Young Now. Ouça como ficou a versão do quinteto abaixo, e também a reinterpretação bluegrass de outros clássicos da música pop.

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“The Radiohead Jazz Project” ao vivo


O Jazz Ensemble leva seu material para a Universidade do Alabama hoje (16),  num concerto com interpretações de doze canções da Radiohead. A performance terá direção de Chris Kozak (professor associado e diretor de estudos de jazz).

O set  inclui: "Packt Like Sardines in a Crushed Tin Box", "Everything In Its Right Place", "Idioteque", "Knives Out", "There, There", "All I Need", "Paranoid Android", "Kid A", "Bodysnatchers" e "High and Dry.

“The Radiohead Jazz Project” é uma iniciativa da rádio de Frankfurt e o “Lawrence University Conservatory of Music”. A idéia surgiu depois da constatação que vários autores de jazz e músicos renomados estavam executando e gravando músicas da banda. Surgido em 2010, só no final de 2011 aconteceram as primeiras apresentações do grupo. 

Jazz Ensemble  reúne grandes músicos do jazz contemporâneo executando e desconstruindo os arranjos de uma das bandas mais importantes da nossa geração.


Concerto a ser transmitido ao vivo aqui.
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A Evolução de Thom Yorke

Via>>> musicapave

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RADIOHEAD CONFIRMADO NO Bonnaroo 2012

Agora é oficial: banda será sim um dos  headliners do Bonnarro 2012.  A 11ª edição do Festival acontece entre 07 e 10 de Junho em Manchester, Tennessee. O Radiohead volta aos palcos de um dos maiores festival dos EUA depois de uma histórica apresentação em 2006.

Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 18 de Fevereiro no site bonnaroo.com. Além da confirmação no site oficial do festival, a banda também confirmou no DAS.

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Colin Greenwood é um dos jurados do vimeo festival 2012

Um dos melhores sites de compartilhamento de vídeo – Vimeo – promove um festival de curta-metragem dividido em 13 categorias e Colin será um jurados na categoria vídeo de música. O festival aceita qualquer trabalho original que tenha estreado entre 31 de Julho de 2011 à 20 de Fevereiro, prazo final da candidatura.

+ mais

A lista atual de juízes inclui:


Action Sports


• Stacy Peralta
• Travis Rice


Publicidade


• Benjamin Palmer
• David Droga
• Traktor


Animação

• Amid Amidi
• Eran Hilleli
• Shelley Página


Capturado


• Charlie Bucket
• Steve Lazarides
• Barbara Londres


Documentário


• Eliot Rausch
• Steve James
• Lucy Walker


Experimental


• Chris Beckman


Moda


• Nick Knight
• Nicola Formichetti
• Humberto Leon, Cerimônia de Abertura + Kenzo


Lírico


• Blake Whitman
• Philip Bloom
• Maria Popova


Motion Graphics


• Geoff McFetridge
• Kyle Cooper
• Onur Senturk


Video Music


• Andy Bruntel
• Chris Milk
Colin Greenwood, Radiohead


Narrativa


• Gabriel Bisset-Smith
• James Franco


Série Original


• Aziz Ansari
• Edgar Wright
• Ted Tremper


Remix


• Beardyman
• David Dewaele
• Kasumi

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Cineclube exibe documentário sobre Radiohead

O Cineclube Vila das Artes apresenta nesta semana o documentário“Radiohead – Meeting people is easy” (1999), sobre a banda britânica liderada por Thom Yorke. O filme será exibido a partir das 18h30, na Vila das Artes. Antes, às 18h, serão exibidos videoclipes da banda. A realizadora audiovisual Elisa Ratts debaterá a obra com o público. A entrada é gratuita.

Em "Meeting people is easy", o diretor Grant Gee, que dirigiu o clipe "No Surprises", acompanha a banda durante sua turnê de 1997/98. Apresenta clipes de Barcelona, Nova York, Paris e Tóquio, além de entrevistas e o dia a dia da turnê, suas emoções e pressões enfrentadas durante todo o ano. Os shows são observados de uma perspectiva única, dando a idéia do que se passa dentro da banda e do que é o mercado fonográfico (trailer).

Programação

Fevereiro
Dia 8 - Radiohead – Meeting People Is Easy (EUA, 1999, 95 min. Direção: Grant Gee)
Dia 15 - I'm Trying To Break Your Heart – Um Filme Sobre O Wilco (EUA, 2002, 92 min. Direção: Sam Jones)
Dia 29 - O Lixo e a Fúria (Inglaterra, 2000, 105 min. Direção: Julien Temple)

Vila das artes Fortaleza

Créditos: Karol

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Radiohead para Headline do Bonnaroo 2012???

Rumores apontam para o retorno da banda ao palco do Bonnaroo Festival em Junho. Alguns "tweeters" -ditos confiáveis - confirmam a performance ao lado dos Red Hot Chili Peppers, como atração principal. O evento acontece de 07 a 10 de Junho na cidade de Manchester - Tennessee , Estados Unidos.  Vale lembrar que rumores descrentes também falavam da banda no Festival Coachella e se confirmou.  O Radiohead esteve no festival em 2006 ainda com base na tour de Hail To the Thief.

+ Mais

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The King Of Limbs From The Basement completo

Track Listing
-------------
00:42 Bloom
07:10 The Daily Mail
11:20 Feral
14:52 Little by Little
19:58 Codex
25:40 Separator
31:55 Lotus Flower
37:24 Staircase
42:36 Morning Mr Magpie
48:10 Give Up The Ghost


---Bonus---


55:12 Supercollider

Créditos: AustinBrock

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Adam Buxton + Bug + Radiohead

O ator e comediante Adam Buxton – também autor do videoclipe de Jigsaw Falling Into Place apresentou em Los Angeles seu “Bug Radiohead especial”. Com material feito nas sessões de gravação In Rainbows, incluindo cenas de bastidores e viagens audiovisuais radiohedianas.

 

 

 

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Radiohead é a trilha sonora do espetaculo “À Beira do Nada” no Espaço Lume Teatro (RS)

 

O Cisco Teatro – da cidade de Cachoeirinha (RS) –, também funciona como um Centro de Pesquisa Sobre o Trabalho do Ator. Tanto, que o diretor, Claiton Manfro mantém um trabalho de parceria com o LUME desde a década de 90.

Tendo composição de cena de Claiton Manfro e atuação de Carlos Eduardo Arambula, o solo '”A Beira do Nada” faz parte do projeto Ciclo de Solos, e é baseado nos textos de Júlio Zanotta e nos desenhos de Lordsir Peninha, e tem como trilha-sonora as obras de Tom Waits e do grupo Radiohead.

Com o solo, o Cisco Teatro pretende realizar uma ampla discussão sobre o isolamento social em que as pessoas foram e estão submetidas na chamada sociedade contemporânea. O grupo pretende atingir os espectadores de forma física, ou seja, quer – com um espetáculo de teatro-dança, fazer com que as pessoas sejam estimuladas a refletir sobre o mundo-manicônio.

No mundo da Internet, da globalização, do crescimento da superficialidade e individualismo, o que podemos considerar loucura? Quem, de fato, é louco? Quais as consequências destes novos valores sociais na formação e desenvolvimento humano? Alucinação, medo, angústia, solidão, depressão, raiva, são sintomas deste novo mundo ou reações normais?

Uma figura isolada do mundo dos “normais”', busca entender sua condição de preso e tenta, de todas as maneiras, se manter vivo. Seus medos, tristezas acessos de raiva, sobrepõe-se a uma personalidade pura e boa.

 

+ Portal barao geraldo

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Radiohead pela primeira vez na coreia

Radiohead se apresentará pela primeira vez em terras coreanas em 2012.  O grupo apresentará seu lendário espetaculo no Jisan Valley Rock Festival em Julho. A organização do evento anuncia a banda para os dias 27 e 29. Os ingressos começam a ser vendidos nos próximos dias. O anuncio da apresentação na Coréia reforça a inédita tour asiática do quinteto.

DAS

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